Cibernautas portugueses enganados na net em mais de 2,5 M€

No Diário Digital:

O crime informático movimenta mais dinheiro que o tráfico de droga. Só em Lisboa, a PJ abriu este ano processos crime que indiciam uma perda de mais de dois milhões e meio de euros para as vítimas.

Em declarações hoje à agência Lusa, o inspetor da Polícia Judiciária (PJ) responsável pelo combate à criminalidade informática, Rogério Bravo, disse que «entre janeiro e outubro deste ano o crime económico de phishing representou mais de dois milhões e meio de euros».

O phishing consiste em enviar um e-mail apresentando-se como um negócio legítimo, numa tentativa de levar o destinatário a divulgar informação pessoal e sensível (palavras-chave, números de cartão de crédito e informação bancária) após o ter levado a visitar um website. No entanto, o sítio na net não é genuíno e é criado com o único propósito de roubar informação ao utilizador.
Em Portugal os principais crimes cometidos através do uso de um computador são o phishing e os crimes contra crianças (como pornografia de menores), disse o responsável da PJ à margem da apresentação de um relatório sobre cibercrime.

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    Analista de segurança web com vários anos de experiência. Fundador do projeto WebSegura.net. Reconhecido publicamente, por divulgação de vulnerabilidades, por empresas como a Google, Adobe, eBay, Microsoft, Yahoo, Panda Security, AVG, Kaspersky, McAfee, Hootsuite e outros. Colabora regularmente com a comunicação social em temas relacionados com a segurança de informação.

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