Europa está vulnerável a um ciberataque

No jornal Público:

Os países europeus estão cada vez mais dependentes da Internet para uma série de serviços – incluindo informação, comunicações e comércio – e a natureza global do mundo online significa que os diferentes governos do espaço da UE estão cada vez mais ligados entre si.

Apesar disso, o relatório apresentado pela Câmara dos Lordes sugere que as diferenças de segurança existentes entre os Estados-membros fazem com que todo o sistema fique vulnerável.

(…)

O deputado sublinhou o caso particular da Estónia, que foi alvo da acção de hackers, em 2007, que atacaram o sistema bancário e governamental do país. “Foi um ataque relativamente menor, mas as suas defensas eram efectivamente muito pobres – por isso o ataque teve um impacto muito grande”, disse.

O mesmo relatório sublinha as crescentes diferenças entre a UE e a NATO a nível de construção de barreiras de segurança. A NATO tem dedicado muitos esforços, nos últimos anos, a este aspecto, e tem feito muito mais do que a UE.

Não é nada de novo e talvez com um pouco de propaganda o governo português comece apoiar e melhorar as suas infraestruturas contra este tipo de ameaças. Além disso, este tema já foi abordado por diversas vezes pela OWASP.

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    Analista de segurança web com vários anos de experiência. Fundador do projeto WebSegura.net. Reconhecido publicamente, por divulgação de vulnerabilidades, por empresas como a Google, Adobe, eBay, Microsoft, Yahoo, Panda Security, AVG, Kaspersky, McAfee, Hootsuite e outros. Colabora regularmente com a comunicação social em temas relacionados com a segurança de informação.

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