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Na Internet ninguém sabe que és um…

Como hoje é o Dia das Crianças acho apropriado colocar um vídeo, da miiCard, que está a tornar-se viral. Retrata as verdadeiras identidades do outro lado da Internet.
A mensagem é importante principalmente para pais e crianças.

Agradecimento ao meu amigo Ricardo da Wooshii pela referência.

Piratas informáticos atacam crianças para roubar dados dos pais

No PT Jornal:

Os burlões e piratas informáticos são cada vez mais propensos a atacar crianças, muitos deles demasiado jovens para saberem ler, com uma série de jogos online que os enganam para que instalem software mal-intencionado nos seus computadores.

Jogos que convidam as crianças para cuidarem de gatinhos virtuais, ou permitem pintar abóboras e bolhinhas, ou encontrar as diferenças entre duas imagens semelhantes, estão a infetados com trojans, que poderão dar acesso aos burlões a dados financeiros dos pais ou permitir-lhes tomar o controlo do equipamento.

“Algumas fraudes poderiam levantar suspeitas nos adultos, especialmente quando se trata de instalar software no computador ou redirigir os utilizadores informáticos a páginas online suspeitas”, assinala Catalin Cosoi, chefe de Laboratório de Ameaças Online da BitDefender.

(…)

Crianças vão à Defcon para aprender… cibersegurança

No IDG Now!:

Na conferência Defcon, em Las Vegas, na semana passada, crianças e jovens de 8 a 16 anos foram apresentadas ao mundo dos hackers. Alguns podem temer criar uma nova geração de membros do Anonymouz e do LulzSec, mas mentes jovens podem expandir os horizontes da tecnologia e segurança na computação para efetivamente combater grupos de crackers.

Definitivamente, nos tempos que correm, é importante para as crianças e jovens terem conhecimento da importância da segurança na web.

Crianças, os novos alvos dos ladrões de identidade

No IDG Now!:

Estudo feito por pesquisador de universidade dos EUA sugere que roubo de dados pessoais de menores de idade é mais comum que o de adultos.

Roubos de identidade têm atormentado milhares de crianças com dívidas que nem desconfiam que contrataram – e algumas delas rolam por anos até que descubram que suas informações pessoais foram usadas de forma indevida, aponta estudo.

Em um banco de dados com 42.232 crianças compilado por uma empresa de proteção de identidade, 4.311, ou 10,2% do total, tiveram seus números de seguridade social usados por alguém, de acordo com o relatório Child Identity Theft produzido por Richard Power, pesquisador associado da universidade americana Carnegie Mellon.

Em um caso, uma adolescente de 17 anos teve seu número de segurança social usado por oito pessoas diferentes, em dívidas que somavam 725 mil dólares. Em outro caso, um garoto de 14 anos tinha um histórico de crédito de dez anos que incluíam uma hipoteca de 605 mil dólares, de acordo com informações fornecidas a Power pela empresa de proteção de identidade All Clear ID.

O estudo analisou os tipos de documentos nos quais os números de segurança social apareceram. Descobriu-se que 70% vieram de propostas de empréstimo ou pedidos de cartão de crédito; 18%, de contas como água e luz; 5%, de registros de propriedades, empréstimos e hipotecas; 4%, de carteiras de motorista; e 2%, de registro de veículos.

Proporção alarmante
Power destaca que, enquanto uma a cada dez crianças do banco de dados teve sua identidade roubada, apenas 0,2% dos adultos caiu vítima do mesmo golpe. O contraste levanta questões importantes, afirma o pesquisador. “Será que os números de seguridade social de crianças são uma mercadoria quente?”, escreveu. “Será que os ciberciminosos os preferem?”

A resposta, por enquanto, é que ele não sabe – e não poderá saber até que seja produzido um estudo que possa ser extrapolado para a população em geral. Power diz que ele e outros na Universidade Carnegie Mellon pensam em fazê-lo, mas nada foi planejado ainda.

Enquanto isso, não faz muita diferença a porcentagem de identidades infantis roubadas, diz Power. Se você for vítima disso, viverá um pesadelo, e a maioria das pessoas sequer considera tal golpe como uma possibilidade. “Uma segunda dimensão [da pesquisa] é levantar a preocupação em relação a essa questão”, afirma.

Em alguns casos, os pais com nomes sujos usam os números de seguridade social de seus filhos para abrir contas em empresas de serviços públicos, como água e luz, sem a intenção de prejudicar a situação cadastral dos filhos, explica o CEO da All Clear ID, Bo Holland.

Em outros casos, criminosos usam os números para obter lucro. Alguns são usados por pessoas que, por estarem ilegais nos EUA, tentam obter crédito e comprar casas e carros.

O banco de dados usado no estudo continha dados de pessoas com menos de 18 anos e que foram listadas nos arquivos de 800 mil pessoas da All Clear ID cujas informações pessoais foram usadas indevidamente. A empresa é contratada por empresas que caem vítimas de vazamento de dados e querem oferecer alguma proteção àqueles que podem ter-se tornado vítimas, explica Holland.

Privacidade online das crianças e adolescentes

Para comemorar o dia mundial da Internet Segura, nada melhor que publicar um artigo sobre privacidade online, mais propriamente, das crianças e adolescentes.

Este artigo foi baseado no estudo da Common Sense Media publicado no ano passado sobre os pais, a privacidade e a Internet.

A privacidade é um dos temas mais debatidos por pais cuidadosos que pretendem zelar pela actividade dos seus filhos na Internet. A constante preocupação dos seus filhos estarem a ser seguidos e controlados por empresas de marketing, campanhas virais, publicações nas redes sociais que podem ser prejudiciais a curto e a médio prazo, etc… são temas suficientes para ter em conta.
Para comprovar esta situação, uma sondagem realizada pela Zogby International em Setembro de 2010 mostra que 85% dos pais estão mais preocupados com a privacidade online das suas crianças e adolescentes do que há 5 anos atrás.

No estudo acima referido, são mencionadas algumas medidas para ajudar a manter uma privacidade intacta e segura. Entre elas:

  • Não permitir o “tracking” de crianças para fins publicitários
  • Pais e crianças poderem eliminar a sua informação online
  • Não haver marketing comportamental para crianças
  • Haver um default seguro e obrigatório para privacidade, especialmente para as crianças
  • As políticas de privacidade devem ser claras e transparentes
  • Pais e filhos devem ser educados sobre a privacidade online
  • Protecção à privacidade deve ser aplicável em todas as plataformas online e móveis

Resta saber se efectivamente são viáveis a aplicáveis em propostas de lei e se podiamos contar com estas medidas num futuro próximo…

Entretanto, para auxiliar os pais ou encarregados de educação, deixo também aqui uma pequena lista de dicas para ajudar a manter a privacidade dos mais novos nas redes sociais:

  • Esteja sempre atento à lista de amigos nas redes sociais do seu filho. Centenas ou milhares de supostos amigos é sempre de desconfiar.
  • Utilizar configurações adequadas de privacidade para que possa bloquear informação pessoal do perfil. Defina quem deve visualizar a informação. Estabeleça regras para “todos”, “amigos de amigos” e “apenas amigos”.
  • Não lhe permita participar em concursos ou questionários, especialmente os que requerem informação pessoal (por exemplo: telefone, morada, etc…)
  • Não permita o uso de serviços de geo-localização.
  • Não permita colocar o número de telefone ou telemóvel nas informações de perfil.

Para terminar, deixo aqui no blogue alguns recursos, sobre este mesmo tema, que proponho a visita:

Se tiverem outras dicas ou recursos, não hesitem em colocar nos comentários.
Espero ter contribuído.