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Facebook irá avisar aos usuários sobre links perigosos

No IDG Now!:

A companhia de segurança digital Web of Trust (WOT) anunciou na quinta (12) que, em parceria com o Facebook, protegerá os usuários da rede social contra links duvidosos.

Quando um usuário do portal clicar em um endereço que o leve a uma página com má reputação – segundo a comunidade da WOT – visualizará uma mensagem de alerta, podendo escolher se prefere visitá-la mesmo assim. Usualmente, esses sites possuem códigos maliciosos e conteúdo inapropriado, ou oferecem serviços fraudulentos.

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Definitivamente já era sem tempo uma medida deste género. Vamos é ver se é eficaz.

Facebook, Twitter e Android são os mais vulneráveis

No Sol:

As redes sociais Facebook e Twitter e o sistema operativo móvel Android deverão ser os alvos mais expostos a ataques informáticos durante este ano, de acordo com um relatório apresentado hoje pela Symantec.

A previsão surge no relatório anual da empresa de segurança informática, onde são analisadas as principais tendências nesta matéria.

Segundo o estudo, durante este ano o número de ataques lançados a partir daquelas duas redes sociais e da plataforma Android, que cada vez têm mais utilizadores, tende a aumentar, apesar de a maior tranche de fraudes continuar a ser cometida através do mais tradicional e-mail.

A Symantec realça que no caso do Android, só em 2010 foram identificadas 163 vulnerabilidades, algumas das quais utilizadas para instalar software malicioso nos smartphones, tal como acontece com os ataques direccionados a PC.

A empresa refere que o iPhone também foi alvo de tentativas de ataque, mas apenas foram afectados os dispositivos desbloqueados, sublinha.

O facto de a Apple ter uma política bastante restritiva na aprovação de aplicações na App Store torna mais complicada a tarefa a quem pretende criar programas maliciosos para o smartphone.

No caso das redes sociais a Symantec considera que as principais ameaças surgem em links maliciosos publicados nos murais dos utilizadores, destinados a roubar os dados pessoais das vítimas, e nos serviços de URL shortening, utilizados no Twitter para encurtarem links demasiado grandes para caberem nos 140 caracteres das mensagens.

De acordo com a fabricante de antivírus, 65 por cento dos links com malware publicados em redes sociais recorrem a este tipo de serviços.