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Anonymous vaza dados da Monsanto e promete segredos sobre líderes empresariais

No IDG Now!:

O coletivo hacker Anonymous postou nomes, endereços, números de telefone e endereços de e-mail de funcionários da Monsanto, e promete uma ação contra a Exxon Mobil, ConocoPhillips, Oil Sands do Canadá, Imperial Oil, o Banco Real da Escócia e outros.

No caso da Monsanto, o grupo postou informações sobre 2.500 empregados e afiliados da empresa e afirma ter derrubado sites corporativos e servidores de correio, de acordo com blog Naked Security, da Sophos.

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Grupo divulga 90 mil contas de e-mail confidenciais

No Pplware:

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Os Anonymous conseguiram ter acesso à rede informática da empresa de consultadoria “Booz Allen Hamilton” onde descobriam e lançaram no site de torrents Pirate Bay cerca de 90.000 endereços de emails militares, 4GB de código fonte, nomes de empresas sub-contratadas pelo governo norte americano bem como outras informações relevantes ainda não contabilizadas.

Um acto que, à primeira vista, parece ser puramente vandalismo informático mas que, no entanto, revela por outro lado fortes indícios de promiscuidade no sistema político norte-americano. Os hackers afirmam que a empresa de consultadoria estava envolvida em vários programas governamentais de recolha de informação confidencial que, segundo os mesmos, eram completamente ilegais.

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O movimento antisec continua a dar que falar…

Mais de 40 espécies de malware a cada minuto

No TeK:

Entre Abril e Junho o sector da segurança informática ficou marcado pelos vários ataques protagonizados pelos grupos Anonymous e LulzSec, mas o malware continua a não dar tréguas, segundo os valores trimestrais do PandaLabs.

O laboratório da Panda Security registou 42 novas estirpes criadas a cada minuto, com os Troianos a representam a maioria das novas ameaças com perto de 70% das ocorrências, seguidos pelos vírus (16%) e worms (11,6%).

De acordo com os registos da ferramenta de scan online da Panda, Activescan, os Cavalos de Tróia foram responsáveis por 69% de todas as infecções, seguidos uma vez mais pelos vírus (10%) e worms (8,53%).

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Fim do grupo hacker LulzSec ajuda Anonymous a ganhar força

No IDG Now!:

A temporada de hacking não terminou. Embora o LulzSec - um grupo de hackers que construiu sua fama atacando empresas como Sony e Nintendo, entre outras - tenha anunciado no sábado (25/6) o fim de suas operações, outro grupo quer aproveitar o momento.

Após anunciar o fim de suas atividades, o LulzSec encorajou seus 281.870 seguidores no Twitter a seguir a conta do Anonymous, outra organização hacker, que nesta segunda-feira (27/6) publicou material sobre ferramentas anti-hacker e endereços de escritórios do FBI. Nas últimas 24 horas, o Anonymous conquistou 60 mil novos seguidores no Twitter.

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Fica também aqui referência ao artigo sobre os LulzSec que escrevi a convite do TeK.

Piratas que apoiam Wikileaks lançam - operação vingança

No DN:

“A primeira guerra informática já começou. O campo de batalha é a Wikileaks”, revelaram os piratas informáticos que ontem lançaram a “operação vingança”. Esta consiste no ataque a várias páginas da Internet ligadas à investigação contra Julian Assange, preso por crimes sexuais no Reino Unido, mas também aos sites de empresas como a Mastercard, que suspendeu os pagamentos à organização responsável pela divulgação de milhares de documentos secretos norte-americanos.

O ciberataque está a ser liderado por um grupo de mais de mil hackers (piratas) conhecido apenas como “Anonymous” (Anónimo), revela o jornal The Guardian. Nos últimos dias, o grupo atacou o site da Mastercard (que ficou offline durante várias horas), assim como o do banco Post Finnance, que bloqueou uma das contas de Assange. Outro alvo poderá ser nos próximos dias o próprio site de micromensagens Twitter, acusado de “censurar” a Wikileaks da sua lista de tópicos mais falados. Os responsáveis negam a acusação.

Mas os piratas informáticos atacaram também a página da Procuradoria-Geral da Suécia, que está à frente da investigação a Assange. O fundador da Wikileaks foi acusado por duas mulheres (ver texto secundário) de violação e abusos sexuais. Também o site da advogada delas foi alvo de ataque. Numa conferência de imprensa, Claes Borgström não mencionou o assunto, tendo antes deixado um apelo para que Assange reconheça que o processo na Suécia não tem nada que ver com a Wikileaks.

O australiano, ele próprio um antigo hacker, entregou-se à polícia londrina na terça-feira. Sobre si pesava um mandado de captura internacional, pedido pela Suécia. Assange nega as acusações, mas ficou em prisão preventiva porque o juiz considerou haver risco de fuga. Uma nova audiência foi marcada para 14 de Dezembro. Assange conta, desde ontem, com um reforço de peso na sua equipa de advogados: Goffrey Robertson, conhecido defensor dos direitos humanos que representou o escritor Salman Rushdie, alvo de uma fatwa das autoridades iranianas.

Assange recebeu também o apoio do ministro dos Negócios Estrangeiros australiano, Kevin Rudd, que considera que as fugas de informação são responsabilidade dos EUA e que se há um culpado é o Governo norte-americano. “Para mim, o cerne da questão é a protecção que os EUA fazem às suas próprias comunicações diplomáticas”, afirmou Rudd.