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Malware de redes sociais pode ser maior ameaça para móveis

No Diário Digital:

O malware para redes sociais pode converter-se na principal ameaça de segurança para os equipamentos móveis, alertou a empresa de segurança informática BitDefender.

O estudo apontou que cerca de 24% dos cliques gerados por uma fraude massiva no Facebook chegou através de uma plataforma móvel.

A empresa sublinhou que «o malware que ataca as redes sociais como o Facebook está tão difundido como o malware que se dirige a computadores pessoais».

Uma das direcções URL utilizadas para a propagação de uma recente burla massiva no Facebook – «a promessa de mostrar aos utilizadores o estado de uma rapariga no Facebook, que provocou a sua expulsão da escola» – gerou 28.672 cliques, 24% dos quais procediam de plataformas móveis.

Ao clicar (no computador ou no equipamento móvel), os utilizadores descarregavam um worm do Facebook e eram vítimas de uma burla para «ganhar dinheiro através de um adword baseado num regime de apropriação».

(…)

20% dos utilizadores partilham conteúdos maliciosos no Facebook

No Tek Sapo:

Vinte por cento dos utilizadores do Facebook estão a partilhar conteúdos maliciosos através da rede social, principalmente quando instalam e publicam no mural aplicações que colocam em risco a sua privacidade e segurança, bem como a dos seus contactos no serviço.

As mais populares são as aplicações que prometem desbloquear o acesso a funcionalidades que habitualmente não são oferecidas pelo site, como a possibilidade de saber quem visitou o perfil do utilizador (21,5%).

As aplicações que oferecem itens gratuitos para jogos da rede social são responsáveis por 15,4 por cento dos conteúdos maliciosos registados e referidas também como a “principal via de entrada de intrusos”, de acordo com um estudo de uma empresa de segurança hoje revelado.

Mudar o fundo do perfil ou extensões que acrescentam botões como o “não gosto” são outras das referências, apontadas em 11,2 por cento dos casos, numa lista em que se seguem aplicações que se apresentam como novas versões de jogos de sucesso (7,1%), ofertas de telemóveis (5,4%) ou a possibilidade de ver filmes online de forma gratuita (1,3%).

Os dados foram recolhidos pela BitDefender através de uma nova aplicação de segurança para redes sociais, através da qual analisou 20 milhões de artigos partilhados pelos utilizadores do Facebook, como links, imagens ou vídeos.

Para além dos ataques através das aplicações, a empresa detectou ainda que 16 por cento do malware disseminado através do Facebook usa como isco a promessa de acesso a algum vídeo chocante. Verificou-se ainda que cinco por cento dos utilizadores são afectados pelo Koobface.

Lançada no início de Novembro, e ainda em versão beta, a BitDefender Safego foi aplicada em 20 países, tendo sido “muito bem recebida pelos utilizadores”, segundo a empresa.

A aplicação pode ser instalada de forma gratuita e promete funcionalidades como a análise da segurança da conta e ligações partilhadas e identificação da informação pessoal que é visível para estranhos, por exemplo.

Ferramenta gratuita para remover o Stuxnet

O BitDefender disponibilizou gratuitamente, uma ferramenta para remover o Win32.Worm.Stuxnet.

Podem descarregar aqui.

Ferramenta para remover o ZBot

BitDefender disponibilizou uma ferramenta gratuita para um utilizador remover do seu computador praticamente todas as variantes do ZBot.

Demasiada informação pessoal nas redes sociais

Segundo um estudo do BitDefender, os utilizadores das redes sociais não se preocupam com a identidade real de outros utilizadores que estabelecem contacto online ou que permitem aceder à sua informação pessoal.

O estudo revelou que 94% dos utilizadores, aceitaram uma suposta amiga teste, atraente, e com nome desconhecido.

Não me surpreende o resultado…