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Google expulsa 11 milhões de sites das suas pesquisas

No TeK:

A Google “expulsou” dos resultados das pesquisas feitas no seu motor de busca cerca de 11 milhões de sites, todos com o subdomínio “co.cc”, alegando que estes constituem uma elevada fonte de spam.

Segundo a gigante das pesquisas, só na última metade do ano passado, cinco mil ataques de phishing terão tido origem em sites alojados no referido subdomínio.

O motivo prende-se com o facto de os titulares destes domínios oferecerem alojamento gratuito ou a muito baixo custo, explica a Google no blog oficial do serviço.

(…)

Não sei se é a solução mais certa, principalmente porque deve ter afectado alguns clientes legítimos…
Não tarda estão a banir também os .info.

Convites falsos para o Google+ levam a farmácias online

Segundo a Sophos, vários spammers estão a utilizar a nova rede social do Google para enviar convites falsos do Google+. Essas mensagens de email são muito semelhantes às actuais mensagens enviadas por membros do Google+, e levam o utilizador a sites de venda de fármacos online.

PS: Quem quiser seguir-me no Google+ já o pode fazer aqui.

A sandbox do Google Chrome foi ‘crackada’

A empresa de segurança francesa VUPEN anunciou hoje que os seus analistas conseguiram explorar um falha que permitia ultrapassar a sandbox do browser Google Chrome.

Definitivamente uma leitura/vídeo que recomendo. Onde? Aqui.

Actualização: Segundo o ZDNet, o Google já comunicou que o problema é no Flash e não do browser. Parece-me que a discussão vai continuar…

Google Gruyere: Um curso para programação segura

Vi a referência no blogue do Miguel Almeida e achei interessante partilhar aqui no blogue.

Um bom tutorial sobre segurança web pelo Google.

Google permite bloquear sites nos resultados das pesquisas

No Público:

Uma nova funcionalidade do Google permite aos utilizadores bloquearem nos resultados das pesquisas sites de que não gostem.

Junto de cada link nas páginas de resultados de uma busca, vai surgir a opção para evitar que, no futuro, as páginas desse site sejam apresentadas. O processo é reversível.

Para usar esta funcionalidade, é necessário ter uma conta do Google, uma vez que a lista de sites a bloquear fica associada à conta de cada utilizador.

“Provavelmente já teve a experiência de clicar num resultado e este não ser exactamente o que estava à espera. Muitas vezes, regressou imediatamente ao Google. Talvez o resultado não fosse adequado, mas às vezes você não gosta do site, porque é ofensivo, pornográfico ou de pouca qualidade em geral”, lê-se numa nota no blogue oficial da empresa, que explica a novidade.

Se um utilizador tiver bloqueado sites, é avisado quando uma pesquisa produz resultados que não são mostrados. O aviso é mostrado no topo ou no fundo da página de resultados, consoante a importância (avaliada pelo motor de busca) das páginas bloqueadas.

A possibilidade de bloqueio foi anunciada esta qunta-feira e já está a ser implementada. Por ora, está limitada à versão inglesa do motor de busca e aos utilizadores que tenham versões recentes dos browsers Internet Explorer, Chrome ou Firefox. Segundo a empresa, a funcionalidade deverá extender-se “em breve” a outros browsers e a motores de busca noutras línguas.

A novidade surge poucos dias depois de o Google ter revisto de forma significativa o algoritmo que usa para hierarquizar os resultados das pesquisas.

O principal objectivo dessa mudança foi evitar que sites desenhados propositadamente para ludibriar o algoritmo conseguissem posições cimeiras. Entre estes sites, estão os que incluem palavras-chave muito pesquisadas, mesmo que não estejam directamente relacionadas com o conteúdo do site, e as chamadas “quintas de links”, onde o grande número de links de umas páginas para as outras faz com que o algoritmo do Google (para quem o número de links recebidos por uma página é um factor fundamental) lhes atribua uma posição elevada.

Definitivamente um passo bem importante para a segurança e privacidade dos utilizadores.