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Será Flame o sucessor do DuQu e do Stuxnet?

Será Flame o sucessor do DuQu e do Stuxnet?

Foi detectado recentemente um novo malware intitulado por Flame (nome de um componente presente no malware) que está a ser referenciado como o sucessor do DuQu e do Stuxnet.

Embora a Kaspersky relate como um ciberataque directo ao Irão, um departamento da Universidade de Budapeste – CrySyS Lab – já tinha elaborado um relatório do Flame mas com o nome de sKyWIper. Neste relatório podemos ler que o Flame pode ter sido produzido por um governo com poder economico e conhecimento para realizar espionagem online.

O código do Flame é 20 vezes maior que o do Stuxnet o que significa que os analistas vão, provavelmente, demorar muito mais tempo a intepretá-lo.
De referir que as empresas antivirus já estão a lançar vacinas para o sistema operativo afectado – Microsoft Windows.

Penso que o Flame ou sKyWIper ainda vai dar muito que falar.

Podem ler a referência na Wired (crédito da foto).

Cibercriminosos gastaram 250 mil dólares para expandir nova botnet

No TeK:

Cerca de 250 mil dólares – ou 177 mil euros à taxa de câmbio actual – é quanto terá custado aos cibercriminosos a disseminação, nos Estados Unidos, do malware usado para criar aquela que vem sendo apontada como a botnet mais sofisticada até à data, a TDL-4.

O valor é avançado pelos especialistas da Kaspersky. De acordo com a empresa de segurança informática, o número é calculado com base no total de infecções registadas só nos primeiros três meses do ano, onde os EUA figuram como o território maioritariamente afectado.

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Mais de 90% das empresas já sofreram ataque informático

No TeK:

Noventa e um por cento das empresas já sofreram algum tipo de ataque aos seus sistemas informáticos e, em quase um terço dos casos, estes tiveram como consequência “algum tipo de perda de dados”, revela um estudo divulgado hoje pela Kaspersky.

De acordo com a empresa de segurança informática, 10 por cento das empresas inquiridas afirmam mesmo já ter sido vítima de roubo de informação sensível sobre as suas actividades.

Vírus, programas de spyware e software malicioso em geral constituem as ameaças mais frequentes, num cenário em que apenas 70 por cento das empresas afirmam ter implementado sistemas de protecção anti-malware. Três por cento declaram não usar qualquer tipo de protecção.

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Segundo a Kaspersky, mais de 300 vírus para Mac OS X detectados por dia

No Diário Digital:

Mais de 300 vírus concebidos para computadores MAC são detectados diariamente, informou a empresa de segurança informática Kaspersky Labs em comunicado.Os estudos da marca apontaram que os utilizadores da Apple não têm consciência de como estão expostos a malware, sendo que «a maioria destes utilizadores carece de medidas adicionais de segurança».

Esta situação torna os MAC num alvo «tão atractivo quanto vulnerável» para os cibercriminosos, analisa a Kaspersky.

Desde que em 1982 se detectou o primeiro vírus para Mac, desenvolvido por um rapaz de 15 anos, a situação do desenvolvimento de malware para esta plataforma sofreu uma evolução significativa. Um estudo da Secunia revelou que o sistema operativo da Apple é o que maior número de vulnerabilidades tem.

No cenário actual, «existem diferentes tipos de Malware para Mac», «existem fontes e referências para hackers (bases de dados de exploits, tutoriais, fóruns)», «existem vulnerabilidades que podem ser exploradas pelos hackers» e mais perigoso ainda «é o facto de os utilizadores não estarem conscientes do grau de vulnerabilidade dos sistemas Mac».

Dicas da Kaspersky ajudam a escolher uma palavra passe

Após ler o artigo referenciado na página oficial do Kasperky Portugal do Facebook, decidi colocar aqui no blogue.
Segundo a Kaspersky:

Hoje em dia usamos a Internet para uma grande variedade de actividades online, que incluem serviços bancários, compras e pesquisas. Cada vez mais, usamos a Internet para nos socializarmos. Durante os últimos anos, houve um crescimento maciço no número de sites de redes sociais, tais como Facebook, MySpace, etc. Compartilhamos todas as espécies de detalhes pessoais bem como música, imagens, e vídeos.

Infelizmente, quantos mais detalhes pessoais disponibilizamos, mais expostos estamos ao roubo de identidade online . O roubo de identidade acontece quando um criminoso rouba dados pessoais confidenciais que lhe permite obter bens e serviços de forma fraudulenta. Um ciber-criminoso pode, por exemplo, abrir uma conta bancária, obter um cartão de crédito ou solicitar uma carta de condução ou um passaporte. Ou pode simplesmente roubar o dinheiro directamente da sua conta bancária.

Uma vez que as palavras-passe protegem dados tão valiosos, são claramente de grande importância. Deve proteger todas as suas contas online com palavras-passe – mas deve ter cuidado ao escolhê-las.

As palavras-passe ajudam a salvaguardá-lo contra o roubo de identidade. Tornam difícil aos ciber-criminosos conhecerem o seu perfil, terem acesso à sua conta bancária (ou outras contas online) e roubarem o seu dinheiro.

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O artigo contém algumas dicas bastante úteis e que podem ajudar na segurança das suas zonas de autenticação.