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Cibercriminosos gastaram 250 mil dólares para expandir nova botnet

No TeK:

Cerca de 250 mil dólares – ou 177 mil euros à taxa de câmbio actual – é quanto terá custado aos cibercriminosos a disseminação, nos Estados Unidos, do malware usado para criar aquela que vem sendo apontada como a botnet mais sofisticada até à data, a TDL-4.

O valor é avançado pelos especialistas da Kaspersky. De acordo com a empresa de segurança informática, o número é calculado com base no total de infecções registadas só nos primeiros três meses do ano, onde os EUA figuram como o território maioritariamente afectado.

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Mais de 90% das empresas já sofreram ataque informático

No TeK:

Noventa e um por cento das empresas já sofreram algum tipo de ataque aos seus sistemas informáticos e, em quase um terço dos casos, estes tiveram como consequência “algum tipo de perda de dados”, revela um estudo divulgado hoje pela Kaspersky.

De acordo com a empresa de segurança informática, 10 por cento das empresas inquiridas afirmam mesmo já ter sido vítima de roubo de informação sensível sobre as suas actividades.

Vírus, programas de spyware e software malicioso em geral constituem as ameaças mais frequentes, num cenário em que apenas 70 por cento das empresas afirmam ter implementado sistemas de protecção anti-malware. Três por cento declaram não usar qualquer tipo de protecção.

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Segundo a Kaspersky, mais de 300 vírus para Mac OS X detectados por dia

No Diário Digital:

Mais de 300 vírus concebidos para computadores MAC são detectados diariamente, informou a empresa de segurança informática Kaspersky Labs em comunicado.Os estudos da marca apontaram que os utilizadores da Apple não têm consciência de como estão expostos a malware, sendo que «a maioria destes utilizadores carece de medidas adicionais de segurança».

Esta situação torna os MAC num alvo «tão atractivo quanto vulnerável» para os cibercriminosos, analisa a Kaspersky.

Desde que em 1982 se detectou o primeiro vírus para Mac, desenvolvido por um rapaz de 15 anos, a situação do desenvolvimento de malware para esta plataforma sofreu uma evolução significativa. Um estudo da Secunia revelou que o sistema operativo da Apple é o que maior número de vulnerabilidades tem.

No cenário actual, «existem diferentes tipos de Malware para Mac», «existem fontes e referências para hackers (bases de dados de exploits, tutoriais, fóruns)», «existem vulnerabilidades que podem ser exploradas pelos hackers» e mais perigoso ainda «é o facto de os utilizadores não estarem conscientes do grau de vulnerabilidade dos sistemas Mac».

Dicas da Kaspersky ajudam a escolher uma palavra passe

Após ler o artigo referenciado na página oficial do Kasperky Portugal do Facebook, decidi colocar aqui no blogue.
Segundo a Kaspersky:

Hoje em dia usamos a Internet para uma grande variedade de actividades online, que incluem serviços bancários, compras e pesquisas. Cada vez mais, usamos a Internet para nos socializarmos. Durante os últimos anos, houve um crescimento maciço no número de sites de redes sociais, tais como Facebook, MySpace, etc. Compartilhamos todas as espécies de detalhes pessoais bem como música, imagens, e vídeos.

Infelizmente, quantos mais detalhes pessoais disponibilizamos, mais expostos estamos ao roubo de identidade online . O roubo de identidade acontece quando um criminoso rouba dados pessoais confidenciais que lhe permite obter bens e serviços de forma fraudulenta. Um ciber-criminoso pode, por exemplo, abrir uma conta bancária, obter um cartão de crédito ou solicitar uma carta de condução ou um passaporte. Ou pode simplesmente roubar o dinheiro directamente da sua conta bancária.

Uma vez que as palavras-passe protegem dados tão valiosos, são claramente de grande importância. Deve proteger todas as suas contas online com palavras-passe – mas deve ter cuidado ao escolhê-las.

As palavras-passe ajudam a salvaguardá-lo contra o roubo de identidade. Tornam difícil aos ciber-criminosos conhecerem o seu perfil, terem acesso à sua conta bancária (ou outras contas online) e roubarem o seu dinheiro.

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O artigo contém algumas dicas bastante úteis e que podem ajudar na segurança das suas zonas de autenticação.

Metade das pragas virtuais produzidas no Brasil é feita por amadores

No IDG Now!:

Apesar de simples, podem causar grandes prejuízos ao usuário, já que são usadas para roubar dados financeiros. Junho e julho são os meses mais perigosos.

Praticamente metade (45%) das pragas virtuais produzidas no Brasil é feita domesticamente ou adquirida dos crackers que a desenvolveram, revelou Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky Lab, nesta quinta-feira (17/02).

Essas pragas, por mais que, em geral, sejam simples variações de arquivos maliciosos já conhecidos, podem causar grandes transtornos a usuários com máquinas desprotegidas. Isso porque, de todos os vírus feitos no país, 95% deles são usados para roubar dados financeiros – o Brasil é responsável por 36% dos trojans bancários no mundo.

Embora o Natal e o Ano Novo sejam apontados como as datas mais visadas por criminosos virtuais, junho e julho são os meses em que mais vírus são produzidos por aqui. Motivo?  “O período das férias escolares”, explicou Assolini – dezembro ficou em terceiro na classificação. Segundo o analista, os crackers brasileiros diminuem o ritmo em janeiro e fevereiro, voltam à ativa depois do carnaval e atingem o ápice do desempenho na metade do ano – o próximo pico será só ao final dele.

Apesar da posição de destaque no desenvolvimento de trojans bancários, o Brasil é apenas o 16º país mais atacado por pragas – a China lidera o ranking, à frente de Rússia, Estados Unidos e Índia. A tendência, no entanto, é que suba na classificação devido à maciça inclusão digital por que está passando.

“Por conta disso, também, o país tem muitos usuários ingênuos”, disse Cláudio Martinelli, gerente de vendas da Kaspersky. “Eles precisam saber que, apesar de não entrarem em sites suspeitos ou baixarem arquivos duvidosos, podem ter suas máquinas infectadas ao acessar portais conhecidos, já que estes também são alvos de ataques”.

Kaspersky PURE Total Security
Os dados foram passados durante a apresentação do novo software de segurança da Kaspersky, o PURE Total Security (169,90 reais, para três computadores). Em relação ao Internet Security – solução intermediária da empresa – o PURE traz ferramentas adicionais para a criptografia de dados e o gerenciamento de senhas, além de um fragmentador de arquivos e um programa para backup automático.

O recurso mais destacado, no entanto, é o que permite gerenciar os computadores de uma rede doméstica – desde que as outras máquinas também tenham o software instalado. Chega para incrementar o “Parental Control” (Controle dos Pais), usado para impedir que crianças entrem em sites não recomendados ou compartilhem informações pessoais.

Chamado de Central de Controle, com ele é possível monitorar como os usuários da rede estão acessando a Internet, quais portais visitam – ou tentaram visitar – ou quanto tempo ficam no Messenger ou no Orkut, tudo a partir do PC principal. Pode-se, também, bloquear programas, impor filtros aos mecanismos de pesquisa e enviar atualizações do antivírus aos outros computadores.

Segundo a Kaspersky, ano passado o Parental Control impediu três mil visitas a sites pornográficos por minuto, tentadas por crianças de até 12 anos. No entanto, dos cinco portais mais bloqueados pelos pais, quatro servem para o download de arquivos de propriedade intelectual – o megaupload é o líder. A rede social mais popular no Brasil, o Orkut – ficou entre os vinte primeiros, atrás do Facebook.

A empresa afirma que seu software tem 7,5% do mercado de antivírus para usuários finais – em 2008, tinha 4,2% – sendo, portanto, o quarto mais usado, entre os pagos. Suas vendas no Brasil, de acordo com Martinelli, dobraram em 2010 em relação a 2009.

… e em muitos casos, as vítimas são utilizadores em Portugal.