Segundo informações da CNET, O grupo Anonymous lançou ataques DDoS e efectuou um deface ao site da BART (Bay Area Rapid Transit System), demonstrando as fragilidades destes sites altamente críticos.
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LulzSec Brasil derrubam site da Petrobras
No IDG Now!:
Depois de tirarem do ar por algumas horas os sites da presidência da República (www.presidencia.gov.br e www.portalbrasil.gov.br), além do endereço da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br), os hackers que apoiam o grupo LulzSec no Brasil derrubaram há pouco o site da Petrobras – que continua instável até o momento.
No Twitter do grupo, foi postada a mensagem “Acorda Brasil! Nao queremos mais comprar combustivel a R$2.75 a R$2.98 e expotar a menos da metade do preco! ACORDA DILMA!”, logo após o aviso de que o site da petrolífera estatal havia sido derrubado (Tango down).
(…)
O branch dos LulzSec no Brasil já começa a dar que falar…
LulzSec deixa site da CIA em baixo?
Segundo a conta Twitter oficial do grupo LulzSec, este lançou um ataque DDoS que deixou o site da CIA – Center Intelegence Agency – inacessível.
Quais os limites deste grupo? Estarão a brincar com coisas sérias?
Qual é a tua opinião?
Ataques Pro-WikiLeaks tão fáceis como clicar num botão
A Wired publicou um artigo que demonstra a facilidade dos inúmeros DDoS a favor da campanha WikiLeaks.
Segundo o artigo, nem é necessário fazer o download de qualquer aplicação.
Diversos grupos, entre eles o 4chan, disponibilizaram aplicações web que lançam esses ataques organizados apenas escolhendo o alvo e clicando num botão.
Recentemente, estes ataques tem prejudicado os websites da Visa, Mastercard, Amazon e Paypal, criticadas por terem impedido, de alguma forma, o bom funcionamento do projecto WikiLeaks.
Ataque informático desliga Birmânia da rede
No iOnline:
Um ataque informático a grande escala está a deixar a Birmânia sem internet.
A ofensiva começou em finais de Outubro, mas tem vindo a ganhar maior impacto com a aproximação das primeiras eleições em 20 anos.
O ataque DDoS (Distributed Denial of Service – ou negação distribuída de serviço) funciona inundando um determinado alvo com um excesso de informação. O alvo, neste caso os servidores birmaneses, vê-se impossibilitado de lidar com tanta informação em tão pouco tempo. A Birmânia está ligada à rede mundial através de cabos e satélites que aguentam transferências de dados até 45 Megabits por segundo. O ataque está a bombardear as ligações birmanesas com cerca de 10 a 15 Gigabit de informação por segundo, várias centenas de vezes mais que o suportável.







